Angolans reject government restrictions on information, say media should report freely
Almost two-thirds (64%) of Angolans say the media should "constantly investigate and report on government mistakes and corruption."
Read analysis →Press Freedom
A liberdade dos média em Angola caiu, em simultâneo, na percepção dos cidadãos (Afrobarometer −13 pp) e na medição objectiva dos Repórteres Sem Fronteiras (do 100.º para o 109.º lugar). Duas fontes independentes, um mesmo retrato. E um problema central para 2027.
PRESS FREEDOM
A liberdade dos média em Angola caiu, em simultâneo, na percepção dos cidadãos (Afrobarometer −13 pp) e na medição objec…
Editorial programme 2026
Almost two-thirds (64%) of Angolans say the media should "constantly investigate and report on government mistakes and corruption."
Read analysis →Mais de um em cada três Angolanos (36%) diz que o nível de corrupção no país aumentou "um pouco" ou "muito" no último ano.
Read analysis →Educational achievement is gender-equal in Angola, according to survey results.
Read analysis →De fevereiro a março de 2022, um quarto (25%) dos angolanos disse que um membro do seu agregado familiar tinha perdido um emprego, um negócio ou a principal fonte de rendimento devido à pandemia, e 7% disseram que um membro do agregado fami
Read analysis →Three-fourths (75%) of Angolans say pollution is a serious problem in their community, including 53% who say it is "very serious."
Read analysis →Quase metade (45%) dos Angolanos disse que a seca se tornou mais severa na sua região nos últimos 10 anos. Um terço (33%) disse ter acontecido o mesmo com as cheias.
Read analysis →Across 18 countries, generalized trust is extremely low: Just 12% of respondents believe that "most people can be trusted."
Read analysis →Em apenas um ano, Angola melhorou da 167a para 146a posição no Índice de Percepção da Corrupção (CPI) da Transparency International (2020), em grande parte devido à força das reformas anticorrupção introduzidas após a posse do Presidente Jo
Read analysis →A saúde, o desemprego, a escassez de alimentos e o abastecimento de água são os problemas mais importantes que os jovens angolanos (com idades entre os 18 e os 35 anos) querem que o seu governo resolva.
Read analysis →Between 2019 and 2024, the share of Angolans in high lived poverty rose from 35% to 46% — even with the return of economic growth, deprivation stayed at the series' peak.
Read analysis →A maioria (54%) dos Angolanos diz que a corrupção no país cresceu "um pouco" ou "muito" durante o ano anterior ao inquérito, um aumento notável de 21 pontos percentuais em comparação com 2019.
Read analysis →About two-thirds (65%) of Angolans live in zones served by the national electric grid, up 4 percentage points since 2019 (61%). But only 14% of rural residents are within reach of the grid, compared to 92% of urban residents.
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Satisfaction with democracy · 4 countries
Afrobarometer Round 10 (2024/2025) · % satisfied
Support for party alternation · 5 countries
Afrobarometer Round 10 (2024/2025) · % in favour of alternation
About Ovilongwa
Ovilongwa is a word used in several national languages of Angola — Umbundu, Nyaneka, Kwanhama, Nganguela — and means to deepen knowledge and to teach that knowledge. Founded in 2019 by David Boio and Carlos Pacatolo, Ovilongwa Consulting has been the national partner of the Afrobarometer in Angola since 2021.
It conducts national, provincial and municipal public opinion studies on social, economic and political issues, to the highest methodological, scientific and ethical standards.
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